If the Rio+20 taught us a lesson, it was: we must keep fighting! Whatever we have accomplished, it is because someone, somewhere and sometime in the past fought for it.
I’ve always been told that young people can make a difference. So when I was offered the opportunity to join a delegation to the UN Earth Summit (Rio+20), I thought it might finally be my chance to do something meaningful for my country, Brazil. The high level talks of Rio+20 lasted three days (20-22), during which world leaders were supposed to get together to somehow discuss the future of the planet.

Countries' negotiators during the last round of the preparatory committe
Things started really slowly – and remained slowly ’till stop by the end. Discussions about topics like the transitioning to a green economy and ocean conservation seemed significant and controversial – countries argued back and forth and did not seem close to consensus. I worried that by spending so much energy on arguments, countries would not only loses the chance to agree to binding and participatory solutions, but the outcome of their efforts would lack a wider vision and understanding of the needs of the present and future. And, by the end, I was right to be worried.
As deadlines loomed and the end of preparatory meetings drew near, the government of Brazil took the lead with only one goal: put an end on the discussion, no matter what. On Tuesday, june 19th, they came out with the final version of a draft outcome document called The Future We Want.
"It does not represent us", states the banner
The Future We Want reflects the disagreements I saw between countries in exactly the way I feared. It’s so weak and lacking of the kind of commitments and clear goals that would drive significant change – there was nothing left to disagree with. Countries agreed by consensus to pass the draft text on to their leaders for the high-level segment.
While Brazil accomplished the job of completing the text, they failed to take into consideration some of the most controversial (because they’re important) issues, e.g. who is going to pay the bill? When will we have clear targets? How will governments assure the protection of natural resources, promote equity as well as develop itself in a greener way? The concept of green economy is still not enough clear, which means we don’t have a clear path forward.
Civil society’s evaluation is that Brazil, in order to achieve the consensus, has swept the controversial subjects under the rug. It is frustrating. With all these leaders gathering in Rio, it feels like a waste of time and resources – and a tremendous waste of opportunity.
The feeling in the halls was that the world is distracted. The richest nations, for example, spent the first half of that week focused on a G20 meeting in Mexico, where the topic at hand was how to stave off a global recession. According to Brazil’s negotiator Ambassador André Correia do Lago, “The crisis certainly influenced in the outcome of Rio+20, mainly because of its impact in the northern countries. Therefore, the level of ambition in the area of technology transfer, for example, was affected.”
As Heads of State and Governments were stepping into the picture, I was no longer allowed into the negotiating rooms. While I was happy to no longer spend my days watching country’s negotiators argue over the placement of commas and sentences in the negotiating text, it felt strange to watch my future be decided via big screens, where only the least controversial high-level meetings were projected on the walls outside the official meeting areas.
So I left. Over 200 people walked out of the Conference, because we did not believe in its outcome. Below, an amazing video for those who were not there to be inspired by what is sometimes necessary to be done.
As a young Brazilian, my evaluation is that the text as it was agreed was a great setback in the sustainable development path. It was agreed by 193 delegations, but it did not reflect satisfaction or consensus. Especially given how we understand the profound social and environmental challenges we’re facing. We know so much more now than we did at the first UN Earth Summit in Rio 20 years ago, yet we were headed toward an outcome that was even less ambitious.

Over 50 thousands of people marching in the streets of Rio de Janeiro for social and environmental justice
However, let’s not be that disappointed. If the Rio+20 taught us a lesson, it was: we must keep fighting! Whatever we have accomplished, it is because someone, somewhere and sometime in the past fought for it. We are building a huge movement. Thousands of people from all over the world got together because they – we – believed we could make that great longing to change the world. We discussed. We proposed solutions and together made clear we will not give up – and this is why we must keep attending such conferences, trying to influence world leaders and letting the entire society to be aware about who is deciding our future and what this future is about.
I believe, if political will is raised, we can seize this opportunity to create the future we really want – reflecting the kind of difference I hoped to help make for my country. I want a future with social and environmental justice, where people have their rights respected and secured, and governments fulfill their duties to protect the environment. Each of us is aware of the future we want and now more than ever, I understand how much we’ll have to struggle to make it happen. So, let’s keep fighting. We’ll keep on fighting till the end.
If the Rio+20 taught us a lesson, it was: we must keep fighting! Whatever we have accomplished, it is because someone, somewhere and sometime in the past fought for it.
Read post →Puxado pelos jovens, os major groups de crianças e jovens, mulheres, povos indígenas e organizações da sociedade civil estabeleceram a “People’s Plenary”, a plenária do povo, que mobilizou mais de 200 pessoas no Rio Centro.
Essa é a história de como eu perdi minha credencial no primeiro evento da ONU em que participei. Mas, antes, vamos voltar ao começo do dia.
Ontem foi o segundo dia das negociações com os líderes de estados na Rio+20. Eu e outros quatro jovens tivemos uma conversa interessante com o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), presidente da comissão de meio ambiente do senado, sobre o processo da Rio+20 e seu resultado, a questão energética no Brasil e como os jovens podem estar mais envolvidos no processo decisório. Para Rollemberg, não se discute a raiz do problema e tudo que tinha de ser negociado já aconteceu e agora os países apenas cumprem protocolo. “Eu acho que o documento não vai ser modificado. Ele já foi consensuado pelas equipes técnicas. Os chefes de estados e de governo já aceitaram, muitos deles já viajaram. E agora a conferência cumpre um rito protocolar meramente.”
Entrevistas
Ontem, passei de entrevistador a entrevistado. Ao total, foram 5 ou 6, não me lembro ao certo. Fui entrevistado por uma TV Vietnamita sobre o que achava da Rio+20, por um projeto norte-americano sobre o que é para mim ser um cidadão global, pela Deutsche Welle, por um outro jornal que não lembro…e pelo Rafael Cortez, do CQC, que como sempre não levou o assunto a sério. Mas, ainda assim, valeu.
Plenária do Povo
Cansados das promessas políticas, da superficialidade e da falta de compromissos dos líderes mundiais, essas pessoas se reuniram e levaram suas vozes para o mundo. Como podem ver no vídeo acima (em inglês, sorry), os jovens manifestaram sua insatisfação em relação ao processo da Rio+20 e o seu resultado, o documento “O Futuro Que Queremos”, ao qual rejeitam por não incluir esse futuro que realmente queremos. E ele não inclui por diversas razões. Não tem compromissos e metas claras sobre o que vai ser feito, em quanto tempo e por quem. Não há referência sobre quem pagará a conta da dívida que temos com o planeta. A economia verde, como é lá definida, não nos inclui, não inclui a presente nem as futuras gerações. Os direitos das mulheres, dos povos indígenas e comunidades tradicionais, de crianças e jovens e de todo e qualquer cidadão do mundo não estão assegurados no texto atual.

Plenária do Povo: mais de 200 pessoas fazendo suas vozes serem ouvidas
Com a preseça massiva da mídia, Cameron Fenton, Diretor da Canadian Youth Climate Coalition, abriu a plenária explicando a razão pela qual as pessoas estavam ali.
“Aqui no Rio, nós, como sociedade civil, rejeitamos esse texto. Nós rejeitamos esse texto porque ele é falho em cumprir as promessas que nos foram feitas. Nos foi prometido que daríamos um salto. Mas nos foi dado um documento que mal avança centímetros. Rejeitamos esse texto porque ele é um fracasso em ambição. É um fracasso em visão. Nós rejeitamos esse texto.”
E, apoiado pela massa de pessoas ao redor, falou “Convido a todos para sentar-se e aproveitar a Plenária do Povo“.
Há inúmeras razões para essas 200 pessoas marcharem em direção à porta de saída do Rio Centro e desistirem de suas credenciais, devolvendo-as aos seguranças do evento. O fato de não serem ouvidas. Pelo contrário, ignoradas. Com isso, pude finalmente descobrir que os processos da ONU não são simples e muito menos justos e inclusivos. Não há como narrar muito sobre o dia de ontem, foi uma experiência única, de sentir-se parte de um grande movimento. De sentir-se parte da mudança que eu quero ver no mundo. De, finalmente, estar na linha de frente dessa mudança. Me sentir incluído. Ouvido. Mais forte.
A Rio+20 termina hoje. Será que serei surpreendido? Ganharei um presente de aniversário surpresa? Espero, sinceramente, que sim. Vamos ver.
Puxado pelos jovens, os major groups de crianças e jovens, mulheres, povos indígenas e organizações da sociedade civil estabeleceram a “People’s Plenary”, a plenária do povo, que mobilizou mais de 200 pessoas no Rio Centro.
Read post →Former President of Brazil Fernando Henrique Cardoso spoke with the trackers, the young people of Oxfam International Youth Partnerships and the Youngers of “Elders+Youngers” project
Former President of Brazil Fernando Henrique Cardoso (FHC) spoke with the fellow Adopt a Negotiator trackers, the young people of Oxfam International Youth Partnerships and the Youngers of “Elders+Youngers” project. In a very informal and enjoyable conversation, the Brazilian Elder gave his views and told us his experiences in subjects like sustainable development, food security, youth engagement and politics. FHC told us about his experience as a president and how he got involved in environmental issues since the Conference of Stockholm, in 1972, to the discussions of the Kyoto Protocol and the Rio+20, in South Africa, in 2002.
During the meeting, the Youngers had the chance to introduce their projects and listen to FHC’s comments in terms of how the world can move towards a more sustainable path. It was an interesting opportunity – not only for us but also for the former president who could partake in a discussion about Rio+20 through the point of view of the young people who have taken part since the very beginning of the conference. In addition, the young people from Oxfam were amazing, sharing interesting and valuable experiences of the projects they are involved in.
Brazil in the Rio+20
During our discussion, Fernando Henrique Cardoso affirmed that President Dilma Rousseff must be very “categoric” in pushing other governments, as well as playing an active role in building a constructive action towards a sustainable development. However, what we have witnessed so far is the country overwhelming the summit’s agenda and leaving crucial issues out of the discussions – this is case of the Climate Change and Energy.
Given that Brazil plays an important role in the outcome, do you think the country will be able to push other governments to come up with an important outcome of the Rio+20 Summit?
“I am not quite convinced it will be possible for brazil to take the leadership, because in practice the situation is so difficult now. The world crisis is so comprehensive and probably governments will be focused in other things than environment. Anyhow, since Brazil invited people to come it has to fulfill the leadership. So let’s try, let’s trust it will be able to commit others to come. We have to try to respond the expectancies and I hope the president will be more active in making a decision more suitable and participative if we want the governments to be more aware.”
See the video above for his entire response.
Click below for further information on the youth projects:
Oxfam International Youth Partnerships
Elders+Youngers
Former President of Brazil Fernando Henrique Cardoso spoke with the trackers, the young people of Oxfam International Youth Partnerships and the Youngers of “Elders+Youngers” project
Read post →O Governo Brasileiro e as Nações Unidas esperam que até o fim da noite de hoje, 18, uma versão final do texto seja aprovada. “Estamos absolutamente convencidos de que o texto será concluído essa noite”, disse o embaixador.
No último sábado, 16, o Governo Brasileiro tomou a liderança das negociações da Rio+20, e a sua tarefa mais urgente era pressionar outras delegações para que chegassem a um consenso no documento final a ser apresentado aos líderes mundiais que chegarão nos próximos dias para a reunião com chefes de estado, entre os dias 20 a 22 de junho. Na noite do mesmo dia, então, o Brasil apresentou uma nova versão do texto, que desagradou muita gente – principalmente organizações da sociedade civil – por ter deixado de fora pontos polêmicos. Por outro lado, o Chefe do Escritório do Secretariado da Rio+20, Nikhil Seth, afirmou em coletiva de imprensa agora a pouco que o texto foi bem recebido pelas delegações.
O “Futuro Que Queremos” – Documento Final
Princípios da Declaração do Rio foram reafirmados, incluindo o das “Responsabilidades Comuns, mas Diferenciadas”. Porém, falta compromisso em relação à transferência de tecnologia e o seu financiamento pelos países desenvolvidos. Nesse ponto, o Brasil tomou o lado dos países ricos e retirou o fundo proposto pelo G77+China, de 30 bilhões de dólares, para transferência de tecnologia. Adicionalmente, foi proposto a criação de um comitê formado por 30 países para se discutir uma estratégia de financiamento para este desenvolvimento sustentável. Uma delas seria, como afirmou o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, em coletiva de imprensa na tarde dessa segunda, o financiamento através de múltiplas fontes, como fundos de origens privadas e de instituições bancárias. Outro ponto refere-se à criação de uma organização mundial do meio ambiente, equivalente a outros órgãos da ONU, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Comércio (OMC). O embaixador afirmou que há sim no texto a proposta de fortalecimento e melhora da ação do atual PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, mas que ainda não se sabe se haverá a criação de um novo órgão.
O Governo Brasileiro e as Nações Unidas esperam que até o fim da noite de hoje, 18, uma versão final do texto seja aprovada. “Estamos absolutamente convencidos de que o texto será concluído essa noite“, disse o embaixador. Quando perguntado se ainda haveria a possibilidade de prolongar as negociações, o embaixador fez uma referência a uma partida de futebol e disse que o tempo do jogo termina, não há razão para estendê-lo. Os grupos de trabalho estão reunidos desde a manhã de hoje com o objetivo de chegar a um consenso – o que não inclui, necessariamente, discutir os pontos polêmicos. Pelo contrário, o que temos ouvido é que a tendência será continuar retirando os pontos polêmicos e manter as questões mais gerais. Os embaixadores Luiz Alberto Figueiredo e André Correa do Lago e a Ministra Plenipotenciária Maria Teresa Pessoa estão facilitando as negociações, que seguem a portas fechadas com a participação apenas das delegações oficiais.
Na coletiva de imprensa na manhã de hoje, Nikhil Seth pediu que as pessoas fossem um pouco mais otimista e que esperassem até o final do processo que os resultados apareceriam. Ele disse que teremos um documento sólido e coerente com “o futuro que queremos”. Figueiredo anunciou que o próprio Ministro Patriota irá, mais à noite, pronunciar-se sobre o texto final.
Hoje pela manhã, em seu programa de rádio diário, “Café com a Presidenta”, Dilma Rousseff também demonstrou otimismo. Segunda ela, há grande participação de diversos atores no processo da Rio+20 e é esperado que os líderes mundiais comprometam-se com em discutir novas propostas e assumir responsabilidades.
“Todos estão em busca de um caminho para que os países possam manter o crescimento econômico com inclusão social e, ao mesmo tempo, proteger e preservar o meio ambiente. Desenvolvimento sustentável é isso, são esses três verbos: crescer, incluir e proteger”, disse a presidente (Folha).
O Brasil recebe o Rio Fóssil
Na noite de ontem, o Brasil recebeu o Rio Fóssil, premiação nada honrosa que é dada aos países que, de alguma forma, estejam bloqueando as negociações ou não estejam trabalhando suficientemente para que elas avancem. O país recebeu a prêmio devido a sua falta de compromisso em estabelecer um documento que abranja questões importantes na discussão de um futuro mais sustentável.
Segundo os organizadores da ação, o Brasil está perdendo a chance de ser a força para aumentar a ambição e aproveitar toda a esperança e confiança que o mundo depositou em seus ombros. “Além do mais, parece que o governo brasileiro está mais focado em finalizar um documento final, mesmo que para isso deixe de lado essa ambição, do que assegurar os resultados que necessitamos“, atestou o apresentador da ação de ontem.
O Prêmio Rio Fóssil é organizado pela Climate Action Network, organização que abrange diversas organizações de todo o mundo na luta contra as mudanças do clima. A premiação é dada diariamente até o último dia das negociações.
Por enquanto, é esperar até a conclusão das negociações – ou não – mais tarde.
O Governo Brasileiro e as Nações Unidas esperam que até o fim da noite de hoje, 18, uma versão final do texto seja aprovada. “Estamos absolutamente convencidos de que o texto será concluído essa noite”, disse o embaixador.
Read post →Notícias sobre o que tem acontecido nos corredores do Rio Centro
Update [17:36]
O Embaixador Luiz Alberto Figueiredo acabou de dar uma coletiva de imprensa e afirmou que as negociações serão realizadas para terminarem antes do dia 19, próxima terça feira. Também citou que as sessões serão lideradas por brasileiros, que tentarão estimular para que o prazo seja cumprido.
Ao ser perguntado sobre quais temas estão travando as negociações, o embaixador afirmou que não há nenhum problema, e que é normal que essa falta de consenso aconteça. “Eu não diria que temos temas com impasse. Há temas que requerem um esforço negociador maior“, disse.
Ele também afirmou que, apesar de as negociações acontecerem visualmente igual às do comitê preparatório, elas terão uma dinâmica um pouco diferenciada. Ou seja, cerca de 20min de conversa – mas sem muita novidade.
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Hoje tem sido um daqueles dias em que você não consegue completar uma tarefa: não consegui ficar em nenhuma sessão do começo ao final, sempre saindo de uma para outra – quer seja pela mesma não atender as minhas expectativas, ou por precisar estar em outro lugar. De uma forma ou de outra, o que já é difícil – seguir as negociações e entender o que está sendo tratado – acaba sendo ainda mais complicado quando perdemos o contexto.
Mas vamos a algumas últimas notícias que correm pelos corredores do Rio Centro:
- Já foi anunciando que as negociações não irão terminar até a próxima semana, quando iniciará as “high level talks”.
- Mídia Brasileira alarmou que há possibilidades de Obama ainda comparecer à Conferência na próxima semana – delegação norte-americana nega;
- G77 + China interromperam ontem as negociações alegando falta de compromissos das nações mais ricas, e que só voltariam às discussões quando houvesse maior clareza em relação à implementação das ações propostas no papel.
- Amanhã o Brasil tomará a liderança das negociações. Há certa pressão por parte dos Major Groups para que o país tome a liderança de forma mais ativa, pressionando os países a chegarem a um consenso.
- Os mesmo movimentos estão pressionando para que a ONU, através do Brasil, possa inserir na agenda a questão energética. Conseguimos a seguinte resposta em relação a esse ponto: a questão energética não ganhou o mesmo espaço que outras questões porque não é vista como um assunto controverso/complicado.
- O Brasil está convidando líderes de alguns países para reuniões a portas fechadas – não tão fechadas assim, na verdade, já que elas ficam literalmente abertas, mas ninguém pode entrar. Não sabemos o que está sendo discutido lá dentro, mas as especulações são muitas, principalmente nesse quesito energético.
- Falando nele, há um movimento crescente para uma campanha em torno do fim aos subsídios aos combustíveis fósseis. Organizações do clima estão se organizando para pressionar os governos a investir em energias mais limpas. A notícia na capa da Folha de São de Paulo de hoje sobre o aumento do investimento da Petrobras em combustíveis fosseis, ao mesmo tempo em que diminui os recursos para energias renováveis não demonstra muito comprometimento do país nessa questão.
- Logo mais acontece o Rio Fóssil do Dia, que premiará um certo país por sua falta de comprometimento com um desenvolvimento realmente sustentável.
O dia segue e há ainda muita coisa para acontecer hoje. Logo mais, às 17hrs, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, secretário-executivo da Comissão Nacional para a Rio+20, dará uma coletiva para jornalistas. Mais para o fim da noite, entre 20 e 21hrs, o governo brasileiro e a ONU devem nos atualizar sobre o processo. Vamos esperar…
Notícias sobre o que tem acontecido nos corredores do Rio Centro
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Diêgo Lôbo
Giving the perspective of a young brazilian following Rio+20 talks is the goal of this environmental blogger, PR and amateur writer.









